Zayed Al Nahyan, dono do City; M.Hughes, técnico; K. Al Mubarak, presidente, e Garry Cook, dir.exec.
E agora, City?
Com a recusa de Kaká em aceitar uma proposta que todo mundo dava como irrecusável, as opções do Manchester City a uma cartada do mesmo tamanho ficam reduzidíssimas, senão impossíveis. Tirar o camisa 22 do Milan seria nota 10 nos quesitos marketing, talento, grandeza, assustar inimigos, atrair outros talentos a jogar no City of Manchester.
Dinheiro não é problema, o que não quer dizer que os bilionário donos do City não tem obstáculos sérios pela frente para continuar montando o tal timaço que prometeram.
Jogadores da categoria e prestígio de Kaká, no mundo, são poucos. Para conseguir o mesmo efeito de choque, que seria a contratação do brasileiro, só mesmo atacando Cristiano Ronaldo ou Messi. Ambos seriam uma missão impossível nesse momento.
Ronaldo porque está no vizinho e inimigo; Messi porque é o atual patrimônio intocável do favorito a tudo no ano, o Barcelona.
Ronaldinho Gaúcho, Gerrard e Fernando Torres tem talvez o mesmo prestígio, potencial mas não teriam o mesmo impacto (se é que passa pela cabeça de Gerrard algum dia sair do Liverpool).
Num outro escalão estão nomes que trariam qualidade, ajudariam na formação do sonhado grande time que os azuis de Manchester querem se tornar mas, nem de longe, causariam o frisson da marca Kaká. Seriam jogadores como Fábregas, Adebayor, Casillas, Xavi, Samuel Eto'o, Lampard, Didier Drogba, Frank Riberry, Ibraimovic, Buffon, algum dos holandeses do Real Madrid.
Há um outro time de craques que a idade limita o prazo de validade mas eles continuam investimentos muito atraentes: Totti, Del Piero, Thierri Henry. Ou que são talentos reconhecidos mas incógnitas para grandes times: David Villa e Karim Benzema.
O fato é que o Mancheter City esperou a janela de inverno para dar sua maior cartada, imaginando-a certeira e invencível. Tornou-se o time mais agressivo do mercado, será o maior investidor ao final de janeiro, mas perdeu a grande aposta e agora vai ter que se contentar com um sonho bem mais humilde.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
As novas Cartadas do Man. City
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